Casa Cadaval (Muge) - década de 60
16/05/08
01/05/08
Vinhas
24/04/08
19/04/08
Museu Casa Tradicional da Glória do Ribatejo

A Casa Tradicional de Glória do Ribatejo, foi criada em 1988, pela Associação para a Defesa do Património Etnográfico e Cultural de Glória do Ribatejo (ADPEC), todo espólio que completa este espaço museológico, é fruto das recolhas efectuadas pela ADPEC, junto da população gloriana
Ao transpormos a porta de entrada, deparamos com duas divisões: a divisão mais espaçosa é constituída pela cozinha e a “sala de fora”, a outra divisão é o quarto, sendo a sua privacidade defendida apenas por uma cortina, nas traseiras da casa encontra-se um outro anexo, o quintal onde se destaca o forno de cozer o pão.
Em ambas as divisões o chão é de terra batida, também designado de “salão”, a cozinha funciona como o centro do pequeno mundo familiar, pois era ao “canto” (lareira), que cozinhavam, comiam e se reuniam, um objecto de decoração no “canto” é a “boneca”, que se encontra na lareira..png)
A “casa de fora”, é considerada o cartão de visita da casa, aqui o olhar prende-se logo com a cantareira, que é uma estrutura em argamassa, onde se guardavam loiças, que raramente são usadas, pois as peças aqui presentes são herdadas dos seus antepassados, por i
sso constituem uma ligação afectiva que não se deve quebrar, neste mesmo espaço está o “pial”, onde se guardavam os cântaros e as quartas para a água, que a mulher logo de manhã ia buscar à fonte.
Na “sala de fora”, encontramos a “mesa do espelho”, onde são colocados vários objectos decorativos: garrafas, loiças, fotografias entre outros. Junto às paredes destacam-se os baús e arcas para guardarem as roupas e a salgadeira para a carne, nas paredes destac
am-se as prateleiras e estanheiras, habitualmente pintadas de cores garridas.
Para entrar no quarto, há que desviar uma cortina, nesta divisão destaca-se a cama de ferro, cujo colchão é cheio com palha de arroz, sendo os lençóis devidamente ornamentados com bordados a ponto de cruz.
Finalmente nesta divisão é visível o pequeno berço, se porventura o casal tivesse mais que um filho, o que era muito usual, estes tinham que dormir numa esteira que era estendida junto ao canto.
O último anexo, que constitui este núcleo museológico é o quintal onde uma parreira preguiçosa cresce, e onde se encontra o forno de cozer o pão, com todos os seus utensílios.
Ao transpormos a porta de entrada, deparamos com duas divisões: a divisão mais espaçosa é constituída pela cozinha e a “sala de fora”, a outra divisão é o quarto, sendo a sua privacidade defendida apenas por uma cortina, nas traseiras da casa encontra-se um outro anexo, o quintal onde se destaca o forno de cozer o pão.
Em ambas as divisões o chão é de terra batida, também designado de “salão”, a cozinha funciona como o centro do pequeno mundo familiar, pois era ao “canto” (lareira), que cozinhavam, comiam e se reuniam, um objecto de decoração no “canto” é a “boneca”, que se encontra na lareira.
.png)
A “casa de fora”, é considerada o cartão de visita da casa, aqui o olhar prende-se logo com a cantareira, que é uma estrutura em argamassa, onde se guardavam loiças, que raramente são usadas, pois as peças aqui presentes são herdadas dos seus antepassados, por i
sso constituem uma ligação afectiva que não se deve quebrar, neste mesmo espaço está o “pial”, onde se guardavam os cântaros e as quartas para a água, que a mulher logo de manhã ia buscar à fonte.Na “sala de fora”, encontramos a “mesa do espelho”, onde são colocados vários objectos decorativos: garrafas, loiças, fotografias entre outros. Junto às paredes destacam-se os baús e arcas para guardarem as roupas e a salgadeira para a carne, nas paredes destac
am-se as prateleiras e estanheiras, habitualmente pintadas de cores garridas.Para entrar no quarto, há que desviar uma cortina, nesta divisão destaca-se a cama de ferro, cujo colchão é cheio com palha de arroz, sendo os lençóis devidamente ornamentados com bordados a ponto de cruz.
Finalmente nesta divisão é visível o pequeno berço, se porventura o casal tivesse mais que um filho, o que era muito usual, estes tinham que dormir numa esteira que era estendida junto ao canto.
O último anexo, que constitui este núcleo museológico é o quintal onde uma parreira preguiçosa cresce, e onde se encontra o forno de cozer o pão, com todos os seus utensílios.
03/04/08
27/03/08
15/03/08
05/03/08
28/02/08
Um baile à "moda antiga"
21/02/08
14/02/08
09/02/08
O "Pinto"
02/02/08
Ti “Quarta-Feira” e o Carnaval
30/01/08
RARET
25/01/08
Exposição "O vinho - da cepa ao copo"
A exposição "O Vinho da cepa ao copo", esteve patente ao público em 2005 no Museu Etnográfico da Glória do Ribatejo.
Esta exposição reconstruiu o percurso que acompanha as diferentes fases do ciclo do vinho, exibindo e evidenciando a importância que este produto teve e continua a ter no quotidiano da Glória do Ribatejo.
O ciclo do vinho rege-se por um conjunto de funções, trabalhos e saberes dispersos ao longo do ano agrícola: desde a preparação da terra, passando pela a poda, a apanha de vides, a enxertia, a cura, a vindima, a pisa das uvas, a fermentação, a prova do vinho, as tabernas e a importância do vinho como elemento de sociabilidade, todas estas fases estão representadas nesta exposição.
O ciclo do vinho rege-se por um conjunto de funções, trabalhos e saberes dispersos ao longo do ano agrícola: desde a preparação da terra, passando pela a poda, a apanha de vides, a enxertia, a cura, a vindima, a pisa das uvas, a fermentação, a prova do vinho, as tabernas e a importância do vinho como elemento de sociabilidade, todas estas fases estão representadas nesta exposição.
18/01/08
15/01/08
12/01/08
Alfaias agrícolas
Aos poucos a vegetação seca e castanha que marcava os campos da charneca gloriana dando-lhe um aspecto triste e desolado, começa a dar lugar a um verde típico desta altura do ano.
Um novo ciclo agrícola está a começar!
Deixo-vos aqui algumas alfaias agrícolas que certamente serão usadas para esventrar a terra.
11/01/08
Vendedores ambulantes

venda de panos e retalhos

oculista (reparem no ar de satisfação da mulher com óculos - vê melhor!!)

Venda de panos
Além das lojas locais onde se encontram à venda todos os géneros e artigos de primeira necessidade, no passado o comércio era feito por vendedores ambulantes que percorriam as ruas e caminhos da aldeia.
Deixamos aqui algumas imagens destes vendedores: paneiros e oculista
04/01/08
Métodos de construção - A Taipa

.jpg)
A habitação gloriana era baixa, inteiramente caiada de branco, com a chaminé sobre a parede dianteira, geralmente com uma porta provida de postigo, tendo, junto da parede, uma camada de cascalho cuja função consiste em impedir que as goteiras a salpiquem de lama, quando chove.
Havia 2 métodos de construção destas habitações:
Havia 2 métodos de construção destas habitações:
- o adobe que consistia na técnica de colocar “terra de salão” dentro da adobeira que é uma peça de madeira com a forma de um tijolo que depois era desenformado e colocado ao sol para secar. Obtendo-se desta forma os “tijolos” de adobe
- a taipa que consiste na colocação de terra, cascalho fino e cal dentro da taipeira, que era um objecto em madeira (como mostram as fotografias em anexo), que depois era amassado fazendo-se desta forma as paredes da casa, o método era repetido até a habitação ter a altura desejada
Subscrever:
Mensagens (Atom)



















.bmp)
.bmp)
.bmp)