15/09/08

A mulher gloriana e a costura III


Ti Rosa Viola (Crédito fotográfico: Xana Dias)


Ti Jacinta "Bajé": (Crédito fotográfico: Xana Dias)


Ti "Parrachilas" (Crédito fotográfico: Xana Dias)


Ti Rosa Modesto


Ti Juliana Maria

A mulher gloriana e a costura II


Maria Caneira; Gertrudes Constança; Quitéria Isabel
(crédito fotográfico: Alexandre Monteiro = xaninho)


Maria Constança


Avó Ricardina


Rita e Quitéria da "Ti Maria Glandina"

10/09/08

A mulher gloriana e a costura


Avó Feliciana ("Ti Martela) e Ti Rita "Pistola"

Ao canto

Com um candeeiro a petróleo ao canto a bordar

Isabel Matos e Ti Ana "Reboca"

Jacinta "Das Cerradas"

A costura ou a "marcação" é um acessório que está sempre presente no dia a dia da mulher gloriana, qualquer tempo livre serve para bordar.
Estas fotos foram recolhidas para a exposição "Artes da agulha e do dedal na Glória do Ribatejo"

Exposição "Artes da agulha e do dedal"






Esta exposição vai estar patente no Museu Etnográfico da Glória do Ribatejo, até Junho de 2009. Para quem não teve a oportunidade de ir ao Museu, aqui ficam alguns registos da inauguração que ocorreu no dia 23 de Agosto.

27/08/08

Festas 2008 - Procissão






Festas 2008


Igreja Iluminada

O hastear da Bandeira

Fino - o nosso "cicerone" de serviços nas festas

13/08/08

Exposição "Artes da agulha e do dedal na Glória do Ribatejo"



Sábado dia 23 de Agosto, pelas 17h30m no Museu Etnográfico da Glória do Ribatejo

20/07/08

EXPOSIÇÃO 2008




A Associação para a Defesa do Património Etnográfico e Cultural da Glória do Ribatejo, encontra-se a preparar a exposição anual, cujo tema vai incidir sobre os bordados a ponto de cruz.

Face ao exposto venho por este meio solicitar colaboração na cedência de fotografias que abordem esta temática, nomeadamente pessoas a bordarem, fotografias de criança com as toucas bordadas, trajes, ou a realizar outros trabalhos de “costura”que se possam inserir neste tema.

As fotografias cedidas serão digitalizadas e entregue aos respectivos donos.

Podem enviar as fotos para o seguinte mail: agloriadomundo@sapo.pt ou robertocaneira@hotmail.com


Roberto Caneira

13/07/08

Exposição “Quando “eles estavam lá fora” – Memórias da Guerra da Ultramar na Glória do Ribatejo III

fardas militares recolhidas junto de antigos soldados glorianos

Angola


Guiné


Moçambique


Timor, India, Macau, Cabo verde e S. Tomé e Principe

Exposição “Quando “eles estavam lá fora” – Memórias da Guerra da Ultramar na Glória do Ribatejo II

Traje do Ultramar
As "sortes"
Glorianos que participaram na 1.º Guerra Mundial (listagem e fotos)

Exposição “Quando “eles estavam lá fora” – Memórias da Guerra da Ultramar na Glória do Ribatejo I


Perspectivas da exposição

Exposição “Quando “eles estavam lá fora” – Memórias da Guerra da Ultramar na Glória do Ribatejo.

Inicio da exposição

Inauguração da exposição

Terminou no Museu Etnográfico a exposição dedicada às memórias da Guerra Colonial, para quem não teve oportunidade de a ver, aqui ficam alguns registos fotográficos.

03/07/08

Glória ao Rock


Este fim de semana!
Mais informações aqui.

03/06/08

AVENIDA ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA



Continuando com a divulgação da pesquisa efectuada nos livros de Actas da Junta de Freguesia, deixo-vos aqui o porquê de haver uma Avenida na Glória do Ribatejo com o nome Estados Unidos da América:

Acta n. 18 – 13 de Setembro de 1967

“Foi abordado, um facto de alta transcendência para a promoção social da povoação desta Freguesia e de todo o concelho o qual é a criação da Escola Industrial da Raret, tendo-se resolvido manifestar o regozijo desta Junta ao Administrador – Delegado daquela empresa e informá-lo que em homenagem à Nação donde provém os fundos que permitem tão importante melhoramento e outros de que esta freguesia tem beneficiado será dado o nome de “Avenida dos Estados Unidos da América” à artéria principal que se espera num futuro próximo venha a ligar esta localidade desde o Largo 29 de Agosto até à Estrada Nacional número trezentos e sessenta e sete, conforme apoio pessoal do Senhor Presidente da Câmara” [Fl. 22 – 22v]


27/05/08

Edifício da Junta de Freguesia da Glória do Ribatejo

Sinopse do livro de Actas da Junta de Freguesia relativo à necessidade de se construir o edifício da Junta de Freguesia na Glória do Ribatejo:



Acta n. 30 – 13 de Março de 1968
A Junta deliberou mandar elaborar um projecto do edifício para a sua sede no terreno cedido pela Raret para esse efeito. Será uma casa modesta, com as comodidades julgadas indispensáveis. [Fl. 45v]

Acta n. 32 – 8 de Maio de 1968
Edifício destinado á sede da Junta
A Junta tomando conhecimento do que o projecto de edifício para sua sede mereceu a aprovação da Câmara Municipal deliberou confirmar a construção do mesmo a processar-se por fases, e verificando-se que no caso se apresentam as condições expressas nos números terceiro e quinto do artigo n. 360.º do Código Administrativo, deliberou que essa construção se faça por administração directa aproveitando materiais seus ou oferecidos e utilizando mão-de-obra da Junta e dos particulares.
Começar-se-á pelas dependências destinada a arrecadação de materiais orçada em oito mil escudos seguindo-se a primeira fase do edifício da sede até à quantia de dez mil escudos orçada para o corrente ano. [Fl. 53]

Acta n. 4 / 69 – 16 de Abril de 1969
Novo Edifício – Aberta a sessão, a primeira deliberação da Junta foi mandar registar na acta o seu grande regozijo por ser possível utilizar o edifício da sua sede que vem sendo construído, com os recursos próprios, há cerca de uma ano, para nele funcionarem os serviços da Junta, embora não se possa considerar concluindo visto decorrerem ainda as obras de acabamento. A sede da Junta foi construída sem qualquer auxílio oficial. O terreno faz parte da importante parcela generosamente doada à Junta pela firma Raret com destino às instalações dela própria e da Casa do Povo: e foi graças a esta doação que a sede da Junta é já um facto e que a edificação da Casa do Povo se processa a ritmo acelerado sob a direcção das entidades responsáveis.
As obras da Junta foram custeadas pelas suas receitas, quase todas extraordinárias, e pelo auxílio pessoal particular, nomeadamente madeiras, portas, portões e outras utilidades cedidas pela Raret. Registe-se também a boa vontade dos operários sem esquecer o cantoneiro zelador senhor Manuel António que foi seu executor e fiscal. Quanto aos membros da Junta seria imodéstia exagerada não fazer aqui referência especial ao interesse que puseram na construção, ao sacrifício de muito tempo roubado às suas ocupações e interesses particulares e até á sua contribuição em transporte pessoal e outros benefícios. [Fl. 70 – 70v]




(imagem retirada daqui)



Inauguração da Junta de Freguesia
Acta n.º 5/69 – 11 de Maio de 1969


Aos onze dias do mês de Maio de mil novecentos e sessenta e nove pelas quinze horas, no salão de reuniões do edifício sede da Junta de Freguesia de Glória do Ribatejo, que acabava de ser inaugurada pelo Excelentíssimo Senhor Governador Civil do Distrito de Santarém doutor Dom Bernardo António da Costa de Sousa de Macedo e sob a presidência do mesmo Excelentíssimo Senhor, teve lugar uma sessão solene para comemorar o acontecimento e agradecer a segunda visita oficial daquele ilustre representante do Governo da Nação a esta freguesia. Achavam-se presentes inúmeras individualidades entre elas o senhor José Matias Pinto de Figueiredo, Presidente da Câmara Municipal do Concelho (Salvaterra de Magos), o senhor Tomás Pinto Basto, Administrador da Raret, que representava o respectivo Conselho de Administração, e o Presidente e vogais da Junta de Freguesia.
Antes, e após o corte da fita simbólica de abertura do novo edifício, o Reverendo Pároco Senhor Padre Daniel Coelho Henriques Lopes lançou-lhe a bênção do ritual, acto a que se seguiu o descerramento de duas lápides, uma comemorativa da inauguração e da presença do Senhor Governador Civil, outra testemunhando o reconhecimento do povo da freguesia pelos benefícios que a Raret lhe tem concedido. [Fl. 72]

24/05/08

Construção do Salão Paroquial no Largo do "Paito"

Com base em pesquisas efectuadas no Arquivo da Junta de Freguesia da Glória do Ribatejo, que esteve na base da edição do livro “Glória do Ribatejo – 40 anos de Freguesia – 1966 – 2006”, consegui investigar um conjunto de assunto relevantes para se compreender a História da Glória do Ribatejo, nos últimos 40 anos.
O primeiro post é dedicado à alienação de um terreno no Largo do “Paito” para a construção do “Salão” Paroquial.
Os livros citados são as Actas de Junta de Freguesia de 1966 a 1969:

Acta n.º 30 – 13 de Março 1968

Dispensa do logradouro comum dum pequeno lote do logradouro do Arraial:
Foi discutida a exposição verbal feita pelo pároco desta freguesia aos membros da Junta sobre a possibilidade de lhe ser dispensado para construção paroquial um pequeno lote do logradouro em epígrafe onde a Junta onde a Junta contribui com qualquer donativo para aquele fim. A Junta não deixando de ter em atenção a grande necessidade que representa para a vida espiritual da Freguesia a construção dum salão paroquial, verifica no entanto serem muito morosas as formalidades a cumprir no sentido de doar à Paróquia religiosa o lote solicitado, cuja cedência aliás, nada prejudica nem a comodidade dos paroquianos nem a estética do local. A melhor solução seria classificar o referido lote de dispensável do logradouro comum e depois de tal formalidade cumprida, aliená-lo em hasta pública nos termos da lei. A importância que o mesmo rendesse seria então oferecida ao legítimo representantes da paróquia religiosa, desta freguesia para auxílio da construção do salão paroquial quer ele se efective ou não naquele local. [Fl. 47v]


Acta n. 34 – 10 de Julho de 1968

Alienação dum pequeno lote dispensado de logradouro comum do logradouro do Arraial.
Cumpridas as devidas formalidades procedeu-se, conforme deliberado na sessão anterior a arrematação e hasta pública dum pequeno lote de logradouro do Arraial, com a área aproximadamente de setenta metros quadrados, cuja alienação visa a dar ao local uma configuração mais estética. Conforme anteriormente deliberado a base foi de mil escudos, sendo pregoeiro o próprio escrivão da Junta. Posto em praça, verificou-se que o maior lanço de mil e cinquenta escudos, foi do Senhor Joaquim António da Fonseca ao qual foi, portanto adjudicado. Este senhor declarou a seguir que fazia a arrematação em nome do Senhor Padre Daniel Lopes, sacerdote responsável pela vida espiritual desta freguesia, e que o mesmo lote se destinava a construir nele um pequeno edifício para salão paroquial e recreio da juventude local, tudo a ser integrado na futura paróquia religiosa da Glória do Ribatejo que o senhor Cardeal-Patriarca já prometeu criar. Discutido o assunto e ponderadas as consequências, a Junta verificou estar na presença dum caso especial digno de maior carinho de todos os paroquianos, que aliás já tinha sido ventilado em sessões anteriores, e deliberou por unanimidade o seguinte:
1.º - A Junta prescinde de receber os mil e cinquenta escudos da arrematação, que revertem a favor do edifício a construir; desde que ele se destine efectivamente ao fim indicado pelo arrematante e fique subordinado ao representante legítimo do Senhor Cardeal Patriarca nesta Freguesia; 2.º - O terreno considera-se propriedade da Freguesia adstrito à comissão promotora da criação da futura paróquia religiosa, não podendo ser alienado a qualquer pessoa individual ou colectiva; 3.º - O edifício a construir não poderá também ser alienado ou vendido e transitará automaticamente para a paróquia religiosa da Glória do Ribatejo logo que esta seja criada que também o não poderá alienar ou destinar a outro fim; 4.º -A entidade beneficiária obriga-se a aproveitar o terreno ou vedá-lo com muro até 31 de Agosto do ano em curso. Tendo o senhor Joaquim António da Fonseca concordado em nome do representante legítimo do Senhor Cardeal Patriarca de Lisboa, com estas condições, foi o mesmo lote posto à disposição deste sem mais encargos ou formalidades, podendo o senhor Presidente passar documento adequado, conforme a Junta deliberou por unanimidade. Esta acta será assinada pelo senhor Joaquim António da Fonseca como mandatário do representante eclesiástico na área desta freguesia a fim de se comprovar ficar aquela entidade no conhecimento das condições em que a Junta faz a cedência do lote em causa. [Fl.59v – 61v]

16/05/08

01/05/08

Vinhas

As vinhas começam a destacar-se na charneca gloriana.
Começa também um novo ciclo: podar, curar, "descaldeirar", "desparrar", "desladroar", entre outros trabalhos que estão inerentes ao ciclo do vinho.